segunda-feira, 9 de julho de 2012

Bazar "pague o quanto pode"

Grupo - Ana Oliveira, - Amanda Moura, - Bianca Arantes, - Giovanna Hespanhol, - Ihanna Barbosa, - Jonas Lírio, - Tatiane de Sousa, e - William Orima.

Uma república universitária

Revitalização do Vitória Régia

Grupo - Beatriz, Diego, Fabiane, Guilherme, Henrique, Mauricio

Os desafios para o jornalista "Foca"

A política industrial brasileira

Jornalismo especializado - Economia




O processo de desindustrialização é um fenômeno global. Após a queda do muro de Berlin, em 1989 e a conseqüente entrada da China e da Índia no mercado mundial, as empresas multinacionais viram nesses países um terreno fértil de mão-de-obra barata, leis trabalhistas frágeis e uma multidão de pessoas desesperadas por emprego. Com a implantação comercial da internet várias empresas migraram para esses países fechando fábricas no país de origem causando aumento na taxa de desemprego e aumentando os investimentos em transações no mercado de capitais. Esse é o caso do EUA que atualmente enfrentam uma crise econômica, iniciada em 2008 e que se alastrou pela Europa.

No Brasil, o processo industrial teve seu avanço com Getúlio Vargas, mas nunca atingiu seu potencial. Durante a ditadura militar a política monetária e tributária foi imposta pelos militares e inacreditavelmente reafirmada pela constituição de 1988. Perdeu-se àquela época a oportunidade de se fazer o Brasil um país competitivo no mercado internacional. A política econômica brasileira pune o investimento, a produção e o trabalho e privilegia o rentismo. A China entendeu o processo de desindustrialização e investiu por décadas no seu parque industrial e hoje influencia a economia brasileira.

O Brasil tem dois desafios importantes atualmente: crescer industrialmente em curto prazo e preparar o país para o futuro. Porém, crescer em curto prazo não é tarefa fácil, ainda mais sem as reformas tributárias. A Europa atravessa uma crise e a China invade o país com seus produtos manufaturados.
Quem paga a maior parte dessa fatura é a pequena e média empresa. Nilso Zanfolim, empresário do setor de produção de mármore é um exemplo desta realidade. Em entrevista ao Blog ele explicita seus principais obstáculos e a necessidade urgente de uma política econômica que fortaleça não só o consumo interno, mas também a produtividade e a capacidade industrial do país.

Entrevista com Nilso Zanfolin
Profissão: microempresário
Ramo de atividade: Marmoraria
Local da atividade: Fernandópolis/SP
Tempo da atividade: 4 anos





Blog - A capacidade industrial no Brasil vem caindo nos últimos anos. Em sua opinião, qual é o fator, ou fatores, que contribuem com essa queda?

NZ - Na minha ótica, poderíamos citar vários fatores, ente os quais: a proteção demasiada aos direitos trabalhistas, criando uma estrutura gigantesca sustentada pela força de trabalho no país, os tributos relativos à produção e a obrigatoriedade de manter a enorme estrutura estatal em um patamar quase insuportável. Com isso os produtos nacionais estão perdendo a competitividade, principalmente para os produtos chineses.

Estamos presenciando uma crise mundial na produção e comércio em virtude disso. Mas o fator mais contundente é a carga tributária, porque a estrutura estatal ganhou uma complexidade extensa demais, com salários altíssimos das pessoas envolvidas nessa estrutura, gastos enormes sem finalidade, moralidade e necessidade pública, não atendendo aos princípios da administração pública. Poderia citar alguns exemplos aqui como o Ministério das Cidades que enviam quantias enormes para essas festas de peão, construção de estádios como o Engenhão, para uma competição esportiva, sendo que o poder público cedeu em comodato ao Botafogo do RJ, construção de estádios para a Copa do Mundo de 2014. Pergunta-se, quem está pagando essa conta? O Estado deveria se limitar a cuidar de suas obrigações sociais, direcionando-se os recursos à Educação, saúde e segurança, corrupção nos altos escalões, porque qualquer ministério que se investiga encontra falcatruas. Voltando à carga tributária, é inadmissível um cidadão ir a um posto de combustível e de cada cem reais, cinquenta e três é transferido para o governo. É o maior investimento que um governo pode fazer, e olha que se eu fosse governo cedia carro gratuitamente para quem quisesse, porque não existe um negócio melhor que esse.

Houve muitos erros ao longo das privatizações, porque o governo se desvencilhou das obrigações sociais e ficando somente com a fatia de tributação, sem riscos, é por isso que no nosso país está cada vez tudo mais caro o custo de vida. Parece que nossos governantes não conhecem a estória da galinha de ovos de ouro, porque estão sobrecarregando a força de trabalho que se resume na indústria brasileira, exemplo disso, na minha área de atividade comercial, o nosso país não produz mais porcelanatos, a Eliane, a Gyotoku, etc, importam da China porcelanatos prontos e com a marca da empresa aqui, porque não conseguem produzir no preço chinês.

Blog – As medidas do governo de aumento do crédito para pessoas físicas e empresas por meio da queda dos juros bancários podem reverter os problemas da indústria nacional?

 NZ - Acredito que seja uma falácia essas medidas, porque só estão combatendo efeitos e nunca as causas. Há empresários hoje que tem mais de três CNPJ, tudo para cobrir empréstimos, junto ao BNDS. Acredito que se realmente não encarar com seriedade, e parar de brincar de “fazer de conta”, haverá uma quebradeira geral no conhecido “efeito dominó”. Em síntese são medidas como “enxugar gelo”.

Blog – recentemente o governo lançou um pacote de estímulo para a industria desonerando a folha de pagamento de alguns setores e novas linhas de crédito no BNDS essas ações são suficientes para reverter a queda da capacidade de produção das indústrias?

NZ - Não acredito nessas medidas, porque não está se combatendo a causa de tudo. É uma medida paliativa que vai socorrer hoje, mas e amanha? Blog – Em sua opinião o que deveria ser feito para recuperar o setor industrial do país? NZ - Uma ampla reforma tributária pra começar, enxugar a máquina administrativa estatal em todos os setores, principalmente na área política.


Nilso Zanfolin no pátio de sua empresa de Marmoraria 

Índios: a vida na periferia

Reportagem por Willy Delvalle Edição e Cinegrafia por João Pedro. Grupo: Thales, Paulo, Lucas, Andrey, Rafael, Isabela, Julia, Heloísa, João Pedro e Willy.

Rugby em Bauru

Grupo: Pedro Salgado César Castro Tiago Pátaro João Victor Belline Higor Boconcelo José Guilherme Magalhães Renan Hass João Otávio Alves Thomas Joaquini

Rugby from João Otávio Vasques Alves on Vimeo.

domingo, 17 de junho de 2012

Aterro Sanitário

Camila Pacheco
Diego Gomes
Fabiane Carrijo
Henrique Cézar
Mauricio Daniel
Pedro Cardoso
Vitor Fávero
Guilherme Costa

Link para a matéria de rádio:   http://soundcloud.com/jornaliga/r-dio-jornaliga-aterros-sanit 

Criminalidade em Bauru

Grupo:

Giovanna Cornelio
Jaqueline Galdino
Isabella Holouka
Camila Valente
Carolina Canotilho
Leteicia Ferreira
Isabela Giordan
Jorge Salhani
Nathalia Pinhabel
Marina Walder

Falta de água em Bauru

Grupo: do Paulo, Willy, Andrey, Isabela, Lucas, João, Heloísa, Júlia, Rafael e Thales, do 1º termo de jornalismo/noturno. 

Grande Jogo


Componentes do grupo:
Edição de Mariana Caires
Reporter: Moema Novais
Câmera: Keytyane Medeiros
Produção: Laura Fontana, Gabriela Lima, Giovana Diniz, Marina Moia e Nathália Silva

Entrevistados: Joao Vitor e Pedro Santoro.

Bazar "pague o quanto pode"

Grupo:


- Ana Oliveira,
- Amanda Moura,
- Bianca Arantes,
- Giovanna Hespanhol,
- Ihanna Barbosa,
- Jonas Lírio,
- Tatiane de Sousa, e
- William Orima.


A indústria dos games

Grupo:

Tania Rita, Amanda Fonseca, Agnes Cruz, Livia Lago, Bibiana Garrido, Flavia Nosralla, Maria Ester.




sexta-feira, 25 de maio de 2012

Mídia, liberdade, cidadania e desenvolvimento



 Na última terça-feira (22/05), teve início a XIV Jornada Multidisciplinar, com o tema “Mídia e Cidadania”, contando com a presença de diversos  professores doutores de vários estados e até mesmo de fora do país.


Os três dias contaram com presenças importantes em suas conferências, abordando desde “Comunicação, cidadania e desenvolvimento: uma perspectiva crítica”, até a questão de “Oligopólio dos meios”. Assuntos que se cruzavam entre as palestras e tornaram a Jornada mais interessante e convidativa.

Professores e escritores de comunicação compuseram a mesa de palestras desses dias, dentre eles o Prof. Dr. Venício Artur de Lima, professor aposentado da UNB e autor de 12 obras sobre Comunicação, o Prof. Dr. Francisco de Sierra Caballero, da Universidade de Sevilla, Espanha,além dos coordenadores da Jornada, os professores doutores da UNESP-FAAC, Carlos José Napolitano, Maximiliano Martin Vicente, Célio José Losnak e Murilo César Soares, que também compuseram as mesas e deram maior valor e credibilidade às apresentações.

Os assuntos mais tratados foram relacionados às novas mídias: mídias alternativas, como a Internet e redes sociais que vêm substituindo gradativamente o jornalismo convencional; além de questões como liberdade de imprensa, controle midiático das grandes organizações e políticas públicas de mídia.

Os palestrantes foram dinâmicos e pontuais em relação aos tópicos que abordaram, facilitando a compreensão dos mais leigos e permitindo que na hora dos debates,o público participasse mais ativamente com questões interessantes e pertinentes às palestras.

O debate ao fim de cada palestra foi a parte mais enriquecedora e dinâmica durante todos os dias. Nesse momento, desaparecia a distância entre público e palestrante e eram perceptíveis as dúvidas e noções de como a apresentação ocorrera, as visões e opiniões dos docentes.

Além da interatividade público/palestrante, ao fim das apresentações havia um sorteio para o público de livros do professor da palestra, até mesmo com direito a dedicatórias nas contra capas.

“Quem não dança segura a criança”

Por:
Adriana Kimura

Léo Maia aprendeu a tocar violão aos sete anos de idade e passou a dedicar-se completamente à música ao largar a faculdade de Direito no último ano. O cantor acredita no poder transformador da música e não viu motivos para continuar o curso após a morte do pai.
O sábado da Virada Cultural bauruense reuniu todas as gerações ao som de Léo Maia no Sesc da cidade. Uma garota de cachinhos quase não chegava à altura do palco, mas não se permitia parar diante ritmo funk e soul. O senhor que estava ali perto tinha seus pés dançando inconscientemente às batidas, envolvido com o espírito jovem e retrospectivo da noite. 

Não só cantando, mas interpretando os sucessos que marcaram a carreira do pai, Léo Maia atendeu às saudades dos fãs de Tim Maia, mas não deixou de trazer seu carisma e estilo pessoais e de apresentar composições próprias. O cantor surpreendeu os espectadores ao pegar o celular de um garoto que falava com a mãe e cantar ao telefone para a senhora. Quebrou-se ali a parede que separaria palco de plateia.

O púbico de mil e quinhentas pessoas acompanhou o suingue que não parou um segundo durante o show de mais de duas horas. O Filho de Tim Maia e primo de Ed Mota honrou as expectativas com seu vozeirão, cantando sucessos como “Primavera”, “Chocolate” e “Gostava Tanto de Você” e, ainda, narrando histórias de sua vida, como a da comemoração de seu nascimento na presença de Cassiano e Paulinho Guitarra.

Os olhos das senhoras sorriam do tom de malandragem de Léo. Cantava pelo canto dos lábios seu sotaque carioca, olhava por debaixo dos óculos escuros e, de quando em vez, tocava as mãos erguidas a seus pés. O artista preencheu cada centímetro do palco com sua presença.
Ao final da apresentação, uma fila se formou à porta do camarim. Uma visita à simplicidade e à simpatia em pessoa. Léo Maia atendeu a todos que o foram procurar com um enorme sorriso no rosto e o ânimo inabalado. Mais uma vez, não havia fã e ídolo, espectador e artista, plateia e palco: Éramos todos bons amigos a festejar.

É preciso apreciar a cultura!


Virada cultural de Jundiaí conta com grandes artistas e fiel participação do público.

por Laura Fontana

Em 24 horas de evento, a Virada Cultural Paulista 2012 atraiu milhares de pessoas nos diferentes espaços da cidade que se tornaram palcos de muitas atrações. Jundiaí recebeu o evento pelo quinto ano consecutivo e contou com grandes apresentações, como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e o show eletrizante do grupo Titãs. Além dos grandes nomes que se apresentaram no Parque da Uva, notou-se grande variedade artística. Tal diversidade de formas de expressar a arte e a cultura garantiu um público heterogêneo e muito animado.Foram apresentações de filmes, parada Cosplay, música, dança, teatro e circo, além de oficinas de quadrinhos e até uma Zombie Walk pela cidade, tudo gratuito e realizado no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí, Centro das Artes e Sala Glória Rocha.

Começando a maratona cultural no Sábado, às 22h30 em ponto, no palco externo montado no Parque da Uva, o samba carioca da banda Casuarina, eleito melhor grupo de samba do Brasil em 2010 no Prêmio da Música Brasileira, agitou a cidade.
Já no domingo, às 18h, o grupo Titãs encerrou a programação da Virada em Jundiaí. Na programação local, a cidade recebeu o trio Sinamantes, o DJ Incidental e até mesmo uma tropa de zumbis ( pessoas que se vestiram de monstros inspirados nos filmes trash de terror).

Apesar dos grandes nomes da cultura local que pisaram em território jundiaiense, a maior expectativa ficou por conta dos ilustríssimos membros da banda Titãs. No show “Futuras Instalações”, a banda, que tem mais de 30 anos de estrada, apresentou  hits e clássicos de toda a carreira além de músicas em caráter experimental. O público de idades variadas marcou presença no Parque da Uva e se divertiu bastante, aquecendo a noitada urbana. É o que afirma o estudante de 18 anos, Kauê Midena: " Apesar de não conhecer todo o repertório musical dos Titãs, gosto muito da dinâmica do grupo. Eles não tem um líder determinado, o que traz grandes contribuições de todos os integrantes. Gostei muito das músicas selecionadas pela banda e acho que o público se animou". Kauê ainda ressaltou a maciça presença de pessoas mais velhas: " achei interessante a presença de um pessoal mais velho. Era como se estivessem relembrando a juventude ali, em meio à canções como Epitáfio e É preciso saber viver. Com segurança reforçada, o show foi um sucesso. Agora é aguardar a próxima edição e esperar a confirmação de grandes artistas."

NERDS X GEEKS: As diferenças entre essas duas tribos


Nerd e geek: duas tribos diferentes que são confundidas por muitos, mas possuem diferenças fundamentais que podem ser vistas em seus hábitos diários.

Por:
Vitor Resende

Ser nerd e ser geek. Dois adjetivos que, para muitos, significam a mesma coisa: uma pessoa viciada em jogos, animes e que, geralmente, é reclusa da sociedade. Todavia há uma distinção entre as duas coisas: o nerd “quadrado” de antes, no estilo norte-americano não existe mais.
          Nerd seria aquele que possui um interesse extremo e obsessivo com livros e estudos, é introvertido, tem dificuldade para se relacionar socialmente e possui diversas habilidades as quais foram mais desenvolvidas pelo gosto por games, filmes, ciência e computadores de um modo geral.
          Já os geeks seriam aqueles que possuem interesses e estilos de vida mais centrados do que os nerds, tornando-se, inclusive, especialistas naquilo que gostam. Seus gostos pessoais incluem, entre outras coisas, videogames, filmes, mangás, animes, chegando a comprar tudo o que for relacionado ao seu universo.
          Segundo o estudante de Engenharia Elétrica Otávio Bertozzi Jr., “os geeks tem um fascínio muito grande por internet e por jogos, mas são mais abertos para a sociedade de um modo geral em relação aos nerds, que são, geralmente, mais reclusos”. Ainda segundo o estudante, “os geeks muitas vezes têm fascínio por algumas coisas com mais intensidade do que as outras pessoas”.
          Na maioria de eventos para geeks, os interessados são do sexo masculino. Todavia Otávio diz: “Em alguns eventos, como os encontros de otakus [fãs de animes], existem muitas meninas, que se vestem de cosplays [fantasiam-se de personagens de seus animes preferidos]”.
          Um dos eventos da Unesp de Bauru que contempla grande número de geeks e de otakus é o Unesplay, que ocorre quinzenalmente às quintas-feiras na sala 53 da FAAC. O evento reúne mangás; bottons de animes, bandas etc; videogames novos e antigos e, até mesmo, futebol de botão que pode render muitos brindes aos participantes. Um dos responsáveis pelo encontro dos geeks unespianos, o estudante João Paulo, de Relações Públicas, diz: “Geek é aquele que gosta mais de coisas tecnológicas, tem vários gadgets em iPhone, iPad, diferentemente do nerd, mas isso não significa dizer que este estaria mais isolado da sociedade. Depende muito da pessoa.”

O INCRÍVEL SUCESSO DE “OS VINGADORES – THE AVENGERS”

Ultrapassando as bilheterias de filmes renomados como “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e Harry Potter, Os Vingadores promete consagrar-se no ramo cinematográfico.


Por: Tatiane de Sousa



T
endo estreado no dia 11 de abril em Hollywood, Califórnia, o filme “Os Vingadores – The Avengers” arrecadou US$ 200 milhões no fim de semana de seu lançamento, batendo o recorde de Harry Potter. No Brasil, sua exibição teve início no dia 27 e sua bilheteria já vale R$ 84,5 milhões, além de apresentar as salas mais cheias de todos os filmes em cartaz, com uma média de 1.031 espectadores por sala. Ao redor do mundo, Os Vingadores arrecadou US$ 628,9 milhões, somando US$ 1,002 bilhões em apenas 19 dias de exibição, valor que ultrapassa o de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”.

Dos estúdios Marvel, inspirado no famoso HQ criado por Stan Lee e Jack Kirby e com direção de Joss Whedon, Avengers reúne super-heróis consagrados e continua as histórias de seus últimos filmes: O Incrível Hulk, Thor, Homem de Ferro 2 e Capitão América: O Primeiro Vingador. Aborda o aparecimento de um inimigo inesperado que ameaça a segurança mundial, fato que força Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência internacional de pacificação S.H.I.E.L.D., a recrutar uma equipe que seja capaz de livrar a humanidade de um possível desastre.

Em 142 minutos de pura ação, humor e aventura, o elenco de Os Vingadores não deixa a desejar: Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Mark Ruffalo (Hulk) e Chris Hemsworth (Thor) representam seus respectivos personagens de maneira brilhante, deixando transparecer o alto nível de produção do filme, sem ressaltar ou rebaixar herói algum.
Avengers é um prato cheio para os amantes de super-heróis, mas vale a pena ser assistido até por quem não se interessa muito pelo assunto. Reúne inteligência, excelentes efeitos especiais e um figurino impecável. O filme possui versão em 3D e uma cena surpresa após os créditos que revela pistas sobre a segunda parte dessa emocionante história.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Ato contra a Corrupção

Realizado no dia 5 de maio em Bauru, o ato visa conscientizar a população, em busca de uma educação política e maior participação cidadã neste quesito. Presente nas intervenções culturais e palestras, o grupo composto por Agnes, Esther, Bibiana, Amanda, Lívia, Mariana Amud, Tânia e Flávia fala sobre o assunto.

Santos na Libertadores

Confira comentários sobre o jogo.

Isabela
Adriana
Michael
Rodrigo
Vinicius
Vitor
Felipe

Dança latina em Bauru

O Sesc Bauru ministra aulas de danças latinas esse mês.

Grupo: Amanda Moura
Ana Oliveira
Bianca Arantes
Giovanna Hespanhol
Ihanna Barbosa
Jonas Junior
Tatiane de Sousa
William Orima

Comissão da Verdade

Matéria sobre a criação da Comissão da Verdade que irá investigar os crimes cometidos contra os direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil

Grupo
Moema
Giovanna
Laura
Marina
Keytianny
Nathalia
Mariana Caires
Gabriela



quarta-feira, 2 de maio de 2012

O Novo Jornalismo da Era Digital

As plataformas digitais criam um novo tipo de jornalismo que tenta se adaptar a um público ansioso por conteúdo interativo e de qualidade.
Por Jonas Júnior

A entrada do jornalismo na plataforma móvel, aquela dos tablets e smartphones, é recente; tentando se adaptar a este novo modelo, os jornalistas contam com a ajuda dos aplicativos e sites mobile, que vêm crescendo a todo instante, mas ainda é preciso muito para que o jornalismo se consolide neste meio.

De acordo com o Professor Doutor Juarez Xavier, jornalista há mais de dez anos, há, antes de qualquer coisa, uma diferença entre os antigos meios noticiosos e a plataforma digital.

Muda-se, por exemplo, a metodologia de suporte, que pode influenciar na leitura. "Uma coisa é você ler o jornal, que tem uma mecânica preparada para que você o dobre e aperte, e outra é ler uma notícia em um tablet". Outra diferença apontada pelo jornalista é a multidimensionalidade da plataforma digital, que oferece diferentes meios de interação com o leitor, tais como gráficos, vídeos e imagens, algo impossível ao jornal impresso.

Em se tratando do texto noticioso, Juarez explica: "É necessário tomar certas medidas técnicas para que o texto no tablet tenha a mesma praticidade que o leitor de um jornal impresso experimentaria com o mesmo". Para o jornalista, deve haver uma conversão de textos na plataforma digital que dialogue entre os textos para mídias "analógicas" e para as atuais mídias digitais.

A praticidade é um das qualidades das plataformas digitais, como o tablet. É interessante observar a dinâmica desenvolvida pelas novas plataformas: apesar de contarem com toda a eficiência de uma notícia da internet, com suas imagens e links, e da praticidade que é oferecida ao leitor, que pode escolher o que ler e quando ler, os textos para as mídias digitais ainda contam com a diagramação e o conceito de paginação, típicos dos jornais impressos.

O jornalista que pretende focar-se nas novas mídias deve se aprofundar e conhecer cada vez mais as especificidades dessa área, além de aprender novas habilidades e adquirir novas competências para aperfeiçoar o seu trabalho, direcionando-o ao público “conectado”.

O jornalismo de terceira geração, como é considerado o jornalismo especializado nas mídias digitais, encontra alguns empecilhos práticos para que se consolide no país, é o que aponta o fotógrafo Guilherme Moraes, 17, usuário ávido das novas mídias: "Alguns fatores fazem com que no exterior as pessoas sejam bem mais conectadas, como o preço dos produtos [tablets e smartphones] e a qualidade da internet móvel, que é ruim no Brasil".

Guilherme, no entanto, é a favor do uso das plataformas móveis. Para ele, além da mobilidade ser um fator favorável, a praticidade também conta: "Com um tablet ou smartphone você consegue levar várias revistas e jornais sem ocupar espaço ou ter que fazer força, é bem melhor que levar pilhas e pilhas de revistas na mochila".

As plataformas digitais estão em constante evolução e é dever do jornalismo acompanhar essa demanda, adaptando-se tanto às novas mídias quanto ao gosto dos leitores.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Assessoria de Comunicação

Com o advento de novas tecnologias de informação (internet, smartphones) não há mais como se privar de estabelecer canais de comunicação eficientes. O mundo está voltado para os meios de comunicação e nunca esteve tão fácil atingir o público alvo. Porém, nem toda comunicação tem resultado positivo, por isso é necessário que a mesma seja feita por um profissional competente e dedicado exclusivamente a essa função.

Eis que surge o assessor de comunicação. Nos últimos anos, a ampliação das atividades das Assessorias de Imprensa levou o jornalista a atuar em áreas estratégicas das empresas, tornando-se um gestor de comunicação. Isso privilegiou a integração de outros profissionais – relações públicas, publicidade e propaganda – numa equipe multifuncional e eficiente.

As funções básicas da Assessoria de Comunicação são: promover eventos; fazer materiais de divulgação; montar releases; desenvolver uma relação de confiança com os veículos de comunicação; criar canais de comunicação internos e externos que divulguem os valores da organização e suas atividades; avaliar a atuação da equipe, visando alcance positivo; atender a demanda de seu público alvo.

Ao assessor de comunicação cabe a conexão entre seu cliente/empresa e os assessores de imprensa e consequentemente os veículos de comunicação. Mesmo que a tendência seja para a comunicação integrada, dentro da Assessoria de Comunicação há subdivisões que englobam profissionais para cada área específica, como publicitários, relações públicas, assessor de imprensa e estratégias de marketing. É de extrema importância que o assessor oriente bem seu assessorado sobre como funcionam os veículos de comunicação e quais são suas características, assim suas chances de obter sucesso serão maiores.

Ter um bom relacionamento com os jornalistas dos veículos de comunicação é essencial para valorizar a informação divulgada por eles e gerar mais possibilidades de mídias espontâneas. A seguir, confira a entrevista com a Assessora de Comunicação da Sabesp, Cláudia Garcia Bertoni.

Como lidar com as matérias negativas que, por causa de um único erro, podem destruir um trabalho de anos? O que você faz para reverter essa situação?

Cláudia: Quando surge uma matéria negativa e a Sabesp é realmente responsável pelo fato ocorrido, eu tenho que, primeiramente, entrar em contato com o veículo que a transmitiu. Se o nível de gravidade da matéria for muito elevado, eu preciso ter a conversa pessoalmente, se não, posso apenas resolver pelo telefone. De qualquer maneira, peço para que o jornalista responsável pela divulgação da matéria ouça a versão da Sabesp a respeito do acontecido, ou seja, peço um direito de resposta. Dependendo da matéria, às vezes é melhor nem comentar nada para não piorar a situação, consertar o problema e depois lançar um release falando sobre a solução.

Você ressalta a importância do relacionamento “corpo a corpo”, que é estar presente nos momentos mais necessitados. E você disse que a Sabesp de Lins abrange 82 municípios, como dar assistência a todos? 

Cláudia: Para isso a Sabesp tem cinco gerentes de divisão para as cidades maiores que dão assistência às cidades menores. Nessas cidades menores têm os agentes de informação, que são algumas pessoas que nos auxiliam, mas não são jornalistas. Os agentes de informação são escolhidos pelos gerentes para apenas terem um bom relacionamento com a imprensa e, se o problema não for sério, os agentes ou os gerentes podem resolver o problema sem mim e sem o superintendente.

Hoje em dia a internet vem ganhando cada vez mais força e as pessoas têm preferência por acessá-la a ler um impresso; você falou que o “Jornal Mural” (informativo interno para funcionários da Sabesp) é o veículo mais acessado. Como você explica essa preferência num mundo em que a internet está mais forte a cada dia?

 Cláudia: Na Sabesp, nós não podemos acessar as redes socais, por isso encontramos uma saída com a criação do Sometime, que é uma forma de os funcionários conversarem entre si durante o expediente, e o Jornal Mural. A gente sempre coloca os murais em lugares agradáveis, por exemplo, perto da máquina de café. O funcionário que está o dia inteiro em frente ao computador, estagnado com e-mail, internet, intranet, sometime, telefone e celular corporativo, precisa de uma pausa para recuperar as energias. Sem contar os funcionários operacionais que nem têm acesso ao computador dentro da empresa. Então, eles aproveitam para ir tomar um café, bater um papinho e ler as matérias do mural, sem se preocupar com comentários do tipo: “Ele está matando o trabalho!”. Um atrativo do Jornal Mural é que as matérias são curtas, a fonte é grande e há diversas imagens ilustrativas, o que facilita a compreensão e prende a atenção dos leitores.

O assessor de comunicação é muito mais do que o assessor de imprensa, pois a profissão engloba mais funções. Como o jornalista de hoje deve se preparar para essa função e atender a demanda do mercado de trabalho?

Cláudia: Em primeiro lugar, você deve ter humildade. O jornalista recém-formado tem que estar aberto ao aprendizado com pessoas mais experientes do que ele, não pode ser preponderante e achar que sabe tudo. Você é novo no local, alguém tem que te passar o conteúdo e, nesse momento, você precisa escutar mais do que falar. O mesmo vale para o momento da realização da matéria, o jornalista inexperiente tem que saber ouvir os dois lados, sem fazer um pré-julgamento. Pode ser que isso não mude sua opinião, mas, com certeza, fará diferença na hora de escrever sobre aquele assunto.

A função dos assessores

Por Paulo Beraldo

No dia 10 de abril, em Bauru-SP, a assessora de comunicação da Sabesp, Cláudia Regina Garcia Bertoni, realizou para os alunos do primeiro ano do curso de Jornalismo da UNESP uma coletiva de imprensa. No evento, Cláudia explicou a diferença entre assessoria de comunicação e assessoria de imprensa - assunto que é alvo de muitas perguntas.

Em poucas palavras, o primeiro atua como "gerente da marca" enquanto o segundo apenas trata da relação da empresa com a imprensa. Está dentro das funções de um assessor de comunicação lidar com publicidade, eventos, administração da empresa e propagandas. Desde a elaboração de releases para jornais, montagens de boletins econômicos, visitas a prefeitos até recepções em eventos, tudo se enquadra nas funções da palestrante. Por outro lado, a atuação de um assessor de imprensa é mais restrita. Cabe a ele apenas o relacionamento com a imprensa.

De modo geral, pode-se defini-lo como um "censor e propagandista" da empresa. Tem como obrigações reverter uma má impressão causada por matérias negativas - que são raras no caso da Sabesp, segundo ela - e promover os pontos positivos. A assessora resume: "é necessário colocar o problema como solução". Na Sabesp não há distinção dos cargos. Cláudia Fernandes atua tanto como assessora de comunicação como de imprensa.

A empresa em que trabalha atende 363 municípios e tem mais de 15.000 empregados. Cláudia atua na repartição Baixo Tietê e Grande. A ela são relegadas incontáveis atividades e, para cumprir as metas, ela conta com "agentes de informação" em cada uma das 82 cidades atendidas pela sua repartição, que podem resolver os problemas menores sem que a assessora tenha que se locomover até os locais - o que impossibilitaria o serviço.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Estava estampada a realidade, ocupava as bancas a Realidade.

Considerada um marco na história da imprensa brasileira, a revista Realidade mostrava através de seus textos impecáveis outro Brasil e mundo, a realidade, enfim, aparecia frente aos olhos dos brasileiros.


Por Maria Esther Castedo Valdiviezo

Lançada pela Editora Abril em 1966, percorreu um caminho de história até 1976, levando jornalistas desde a Amazônia até o Vietnã. Criada por jovens interessados em um novo tipo de reportagem, capaz de atingir os mais variados públicos, a revista logo se tornou um sucesso. Para a década de 60, a imprensa ainda tinha como pilares essenciais um destaque maior para as fotografias do que para o texto. Surgindo daí, o referencial que levaria a revista Realidade para um novo patamar, diferentemente de tudo que já se havia lido ou visto.

O lema era um total aprofundamento do repórter no tema, levando-o a passar até um mês no mesmo lugar, observando a história. Trabalho tão árduo chegou a refletir o episódio em que José Hamilton Ribeiro, enviado especial ao Vietnã, perde a perna na explosão de uma mina terrestre. O enfoque profundo das matérias era para que o leitor tivesse uma verdadeira visão daquilo que estava redigido. Podemos dizer, então, que a revista levava seu nome totalmente a sério.

Segundo o professor de História da Imprensa da Unesp, Lasnok, “a grande virtude da Realidade era a liberdade de texto e uso da fotografia para apresentar ao leitor perspectivas não usuais naquele momento, distante da TV, distante da chamada grande imprensa.” Ou seja, os temas eram enfocados com uma lupa, capazes de darem outras visões. Mas ser um diferencial em tais tempos custava caro, como exemplo da edição de janeiro de 1967, que tinha a mulher como foco principal, contendo temas delicados como aborto, mãe solteira e separação.

O preço pago foi uma decisão judicial de apreensão da revista em todo território nacional, sendo acusada de obscena. Chegando os anos da ditadura, surgiu a preocupação do AI-5 frear as atividades jornalísticas da revista, entretanto, José Carlos Marão que trabalhou na Realidade, comenta que a equipe já estava dispersa por uma briga quatro ou cinco dias antes da formulação do ato institucional. Ademais, não havia um censor direto na revista Realidade como nas outras revistas da época, mas sim uma espécie de auto censura, na qual os jornalistas já escolhiam matérias que não fossem contra os poderes, comentou José Carlos.

 Após os anos áureos da revista, que constam ser da primeira fase de 66 a 68, há uma decaída na qualidade, sendo que vários de seus integrantes partiram para outros campos. Segundo José Carlos, “Há uma análise pelo Carlos Alberto Lins da Silva, doutor de jornalismo da USP, que diz que em um determinado momento juntaram-se uma empresa disposta a investir, um mercado de leitor disposto a ler e uma equipe talentosa disposta a inovar.”. Características que concretizaram o surgimento do new journalism no Brasil, apesar dos repórteres nunca tivessem dispostos a escrever de tal maneira, foi um trabalho inconsciente.

A revista realidade de fato trouxe nova cara para o jornalismo brasileiro, sendo capaz de influenciar as mídias da época e tratar assuntos controversos de outros ângulos. O leitor buscava o que Clarice Lispector escreveu, “Eu não quero uma realidade inventada”, mas sim, uma realidade real.

-- Confira na íntegra a entrevista com José Carlos Marão, integrante de revista Realidade

Porque você acha que a revista atingiu tão bem?

Por causa do conteúdo, basicamente. O mercado brasileiro tinha revistas semanais ilustradas muito superficiais. Realidade foi excepcional também na fotografia, mas principalmente no texto. O mercado era muito pobre de publicações, sendo ela inovadora, encontrou um mercado receptivo onde não havia quase concorrência.

As revistas O Cruzeiro e Diretrizes abriram espaço para as essa reportagem profunda. Em que a realidade se diferenciava delas? 

Vou discordar. Trabalhei também no Cruzeiro, e era totalmente diferente. Realidade era voltada para texto, Cruzeiro para as fotos. Quem abriu o caminho foi a Realidade, inovando por causa do texto.

De que modo a revista realidade influenciou os periódicos atuais?

Influenciou jornais e revistas da época, não podemos comparar com as atuais, pois houve uma revolução tecnológica a exemplo da televisão. No tempo da realidade, a TV era inexpressiva, irrelevante, o jornalismo se inovou, vindo novas mídias como a internet, e isso fez o jornalismo ir por um caminho diferente, adaptado ao mercado e a essa tecnologias. Influenciou no texto da época, 70 ou 75, depois não, pois o jornalismo encontrou novo jornalismo. O Globo Rural tem algumas reportagens como semelhança a Realidade, mas não diria que há uma influência geral.

No seu texto a Realidade fazia uma reportagem mais profunda. Hoje em dia há um enfoque muito superficial, parecem correr contra o tempo. Você concorda que o jornalista se tornou um escravo do tempo e da empresa por trás da revista? 

A ditação do tempo sempre existiu como o exemplo do jornal diário, assim como antes e agora. O desafio, claro, imposto pelo tempo hoje é maior. Vamos comparar com o rádio, você tinha que correr para dar a noticia na rádio, mas de qualquer forma o leitor iria ver a noite a reportagem na TV e ainda assim não dispensava o jornal de amanhã. Hoje com tantos profissionais e tantos meios de comunicação a notícia vai para a internet mais rápido que o rádio, em seguida já há uma equipe que analisa isso para Tv, e o jornal do dia seguinte já esta superado. Esse é o tema principal do jornalismo hoje, o uso correto de vários meios de comunicação, deveria ser discutido no meio acadêmico das universidades. A revista hoje tem mais tempo de qualquer forma, por exemplo, Istoé ou Época, os jornalistas têm tempo de ler o que saiu no jornal, na TV, na internet, e surge outro desafio: fazer uma análise mais profunda. A revista tem como definição elaborar um material mais pensado, e com reflexões, o que nem sempre acontece. Queria sabe se o senhor concorda, que o Profissão Repórter, tem um formate semelhante as reportagens da realidade? Não tenha visto o programa, mesmo sendo admirador do Caco Barcellos. Há uma parte de seu livro sobre a revista Realidade, em que fala que as reportagens pegavam uma pessoa para mostrar o coletivo, e isso vejo no Profissão Repórter. Então, sim, temos pontos de semelhanças.

Você acredita que haveria atualmente espaço para revistas como a realidade? 

Há o espaço para leitura, menor como foi antigamente, mas não faria um sucesso de vendas, como realidade estourou. Há pessoas que gostam de ler e há gente que sabe escrever para tais pessoas. Desde que o empreendedor se conformasse com uma publicação não tão grande em termos de circulação, creio que há espaço, não haverá muito grande, somente com a ajuda de grandes anunciantes.

Que consequências diretas da censura, especialmente do AI5, fizeram a revista se transformar? 

Houve uma briga interna antes do AI5, dispersando a equipe. Havia pressões da empresa e a equipe resistia, mas em certo momento o equilíbrio se rompeu, quatro ou cinco dias antes da AI5. Depois, o ato institucional influenciou a revista. Não houve um censor direto na Realidade, mas havia uma espécie de auto censura, já se escolhia matérias que não fosse provocar os poderes da época, isso claro contribuiu para a decadência da revista.

Havia um espírito coletivo de criação, principalmente nas reuniões de pauta. Você acredita que inda existe esse espírito de se reunir?

 Ele pode existir. Depende das pessoas desde que haja um objetivo em comum, gostarem do que fazem e houver unidade de pensamento, é possível sim, talvez haja em alguns lugares. Sempre que pessoas jovens estão de acordo com o que fazer, vão se reunir e discutir os melhores caminhos, sem brigas. Aquela equipe era muito unida, era lindo.

Podemos contar com aquele bordão de que “as pessoas certas estavam na horas certas e nos locais certos”? 

Mais ou menos isso. Há uma analise pelo Carlos Alberto Lins da Silva, doutor de jornalismo da USP, em um determinado momento juntaram-se uma empresa disposta a investir, um mercado de leitor disposto a ler e uma equipe talentosa disposta a inovar. Essa coincidência é difícil acontecer de novo, mas pode acontecer, um dia.

Dizem que o que influenciou a Realidade foi o new journalism, você afirmaria essa ter sido essa a principal?

Todos tinham lido Capote e pessoas do gênero. Mas ninguém se sentia fazendo new journalism. Quando eu sentava não dizia “agora vou fazer new journalism”, não. Sentava e dizia “vou fazer uma matéria que todos entendam e gostem, quero que tanto um doméstica como um PhD em Direito leiam e entendam minha matéria. Não poderia ser tão difícil para a doméstica e nem superficial para o Phd. Pensávamos isso , e acabou resultando que chamaram nosso trabalho de new journalism, talvez fosse uma tendência mundial que inconscientemente íamos seguindo.

Não havia um publico de preferência? 

Não, na época pensamos em ser dirigida a classe media habituada na leitura, homens, mulheres e basicamente jovens. Mas o sucesso foi grande, atingindo todas as faixas, tanto econômicas, etárias culturais e educacionais.

Havia uma maior aproximação entre repórteres e leitores, como estava sendo recebida nas bancas o material, certo? 

Sim, ficávamos vendo quem comprava. Perguntávamos por que ele comprou , “isso é bom?”, “porque comprou?”. As mulheres eram que principalmente compravam. E até homens, o que era espantoso, e isso era interessante.


Veja capas que marcaram a revista Realidade. http://www.flickr.com/photos/50091511@N06/with/4596226318/ 

Assessor de Comunicação: de jornalista a estrategista da informação

Por Henrique Cézar

A necessidade de estar cada vez mais próximo do público fez com que organizações e instituições em geral desenvolvessem nas últimas décadas canais de comunicação eficientes e ao mesmo tempo capazes de integrarem estratégias e ações para aprimorar o fluxo de informações entre as partes envolvidas. Frente às exigências do mercado, o assessor de imprensa passou a ser parte integrante da estrutura, dando lugar ao assessor de comunicação social (ACS), com novas funções, responsabilidades e desafios.

Leia Também: Em busca da sintonia com o público alvo

De acordo com Elisa Kopplin Ferraretto e Luiz Artur Ferrareto, autores do livro Assessoria de Imprensa – Teoria e Prática, o profissional de assessoria de comunicação social realiza um serviço de coordenação das atividades de comunicação entre um assessorado e seus públicos, estabelecendo políticas públicas e estratégias que englobem ações nos campos do jornalismo, relações públicas e publicidade e propaganda.


Para Claudia Regina Garcia Bertoni, assessora de comunicação da SABESP – Unidade de Negócios Baixo Tietê e Grande, com sede na cidade de Lins/SP, e responsável por 82 municípios ligados a região, a tarefa do ACS é bem mais ampla do que a do assessor de imprensa e não se restringe ao relacionamento com a mídia.

Além do contato com os veículos de comunicação na produção de releases, reportagens, notas de esclarecimento e divulgação de informações solicitadas, cabe ao profissional à elaboração de estratégias e ações para o relacionamento interno da empresa nas cidades, através dos boletins, informativos e jornais murais.

Também é responsabilidade a realização completa de eventos da entidade, com o desenvolvimento de planejamento estratégico, material de divulgação e brindes, assim como o desenvolvimento de projetos e planos estratégicos da empresa, o gerenciamento dos fornecedores ligados a ações de comunicação e a assessoria direta aos dirigentes da empresa, com acompanhamento em visitas e organização de cerimônias.

Com tantas atribuições e uma equipe reduzida, Bertoni afirma que a postura do assessor de comunicação é decisiva no resultado do trabalho, havendo, sobretudo, a necessidade de criar um bom relacionamento com os jornalistas, utilizando para isso estratégias como o corpo a corpo com a imprensa e a criação de oportunidades para o encontro entre profissionais e posterior divulgação da marca da empresa na mídia.

Contudo, para Cláudia Regina, a missão, mesmo sendo extremamente trabalhosa e exigindo dedicação, humildade e ética, se torna satisfatória e gratificante com cada resultado alcançado, comprovando o profissionalismo adotado pelas assessorias de comunicação, principalmente no setor público. A Assessoria de Comunicação Social é responsável ainda por toda a exposição da marca da empresa na mídia e se encarrega do desenvolvimento de planejamentos estratégicos que irão conduzir todo o processo de comunicação do assessorado.

Fotojornalismo: do analógico ao digital

Por Caroline Braga
Desde a antiguidade o ser humano interessa-se pelos fenômenos da luz. Ao longo dos séculos esse interesse se desenvolveu na arte conhecida como fotografia.
O embrião da fotografia é a chamada câmara escura – aparelho óptico que consiste em uma caixa com um furo em um dos lados, pelo qual passa luz de um lugar externo até atingir uma superfície interna, onde há a reprodução de uma imagem invertida.

Daguerre, Paris Boulevard, 1839


Em 1826, após vários avanços científicos, o francês Joseph Nicéphore Niépce produziu a primeira fotografia permanente. No entanto, o processo, denominado heliografia, era bastante rudimentar – exigia cerca de oito horas de exposição à luz do Sol.

Leia mais: As origens e evoluções da fotografia

Ao longo do século XIX a arte da fotografia continuou a se modernizar e a se popularizar. Em 1939, Daguerre desenvolveu um processo que diminuiu o tempo de revelação de uma foto de horas para minutos – chamado daguerreotopia. Em 1888 a empresa Kodak popularizou a máquina fotográfica segundo a estratégia de marketing “todos podem tirar suas próprias fotos”.

A fotografia digital – juntamente com programas de edição de imagem, como o Photoshop – fazem parte da revolução sofrida pelos sistemas fotográficos a partir do final do século XX. São, portanto, continuações naturais das modernizações iniciada no século anterior.

Confira entrevistas com fotógrafos sobre as mudanças decorrentes dessa revolução.

Saiba mais:
Sobre a evolução das máquinas fotográficas

Sobre a história da fotografia


Fontes:

Agnaldo de Paula - agnaldophoto@hotmail.com

Osvaldo Minoru Ota - fotooswaldodigital@gmail.com / www.fotooswaldo.com.br

Rádio UNESP Virtual: Da teoria à prática

Um dos maiores projetos de extensão da UNESP Bauru permite, desde 2004, que alunos e professores exerçam a experiência de fazer rádio.
Por Adriana Kimura e Isabela Romitelli.

A transmissão de rádio via internet foi uma das alternativas encontradas pelo meio radiofônico para acompanhar a movimentação dos demais veículos de informação diante do advento da internet. A nova maneira de transmitir se popularizou devido à facilidade e ao menor custo para se manter uma emissora nesse meio.




Visite: Site da Rádio UNESP Virtual
Veja mais: Entrevista com o Prof. Dr. Antonio Francisco Magnoni


Para preparar os futuros profissionais da área, a Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da UNESP, campus de Bauru, criou um projeto de extensão vinculado à produção radiofônica. O projeto conta com a colaboração de alunos e professores dos cursos de Jornalismo e Rádio e TV e oferece-lhes a oportunidade de experimentar, na prática, a execução da locução, da editoração e da reportagem destinada ao meio radiofônico.

Segundo alunos participantes da Rádio UNESP Virtual (RUV), apesar de o projeto ser voltado para interesses da cidade, a emissora atinge poucos ouvintes e , portanto, não exerce grande influência na região. Uma das dificuldades apontadas pelos colaboradores é a falta de infraestrutura, já que o servidor da RUV não suporta muitos ouvintes. Por outro lado, todos os editores entrevistados destacam a importância do Projeto que, muitas vezes, desempenha o papel da primeira experiência jornalística para os alunos.

Os estudantes envolvidos com a RUV devem acompanhar as gravações, mediar contato com o alto escalão da rádio, acompanhar o processo de formulação dos roteiros, administrar os repórteres e atuar como seu principal auxílio no que concerne à concretização da matéria.

A experiência de participar do projeto colabora também para o currículo dos universitários. João Victor de Oliveira - editor de esportes da RUV e aluno do segundo ano de Jornalismo - destaca, ainda, o aspecto da satisfação pessoal em participar do projeto de extensão: “Entrar na rádio, para mim, foi a melhor forma de aprender a trabalhar com o meio radiofônico.

Além disso, existe também o fato de que trabalhar na rádio é algo gratificante. O prazer de ver seu programa indo ao ar, mesmo que para poucos ouvintes, é muito grande.” Um dos aspectos positivos da Rádio UNESP é que a grande variedade da programação atende aos mais diversos interesses e preferências dos colaboradores e ouvintes.

Revista Ponto e Vírgula, Arquibancada, Comando Login, Roda Sertaneja e Estilo Claquete são alguns dos programas transmitidos pela Rádio; de futebol a tecnologia, de música sertaneja a cinema e moda. Entre erros e acertos, a Rádio UNESP Virtual se mostra um projeto antes de tudo feito com muita dedicação por aqueles que a realizam. Mais que um laboratório é uma chance única para os graduandos colocarem na prática parte daquilo que aprenderam na sala de aula. Fica a torcida para que a RUV extrapole a relevância na universidade e possa vir a ser valioso para toda Bauru.

O repórter é, antes de tudo, um mediador

POR KEYTYANE MEDEIROS
O repórter e apresentador do programa Tem Notícias da TV Tem, Giuliano Tamura, recebe nossa equipe de reportagem e fala um pouco mais sobre a rotina e as dificuldades de um jornalista televisivo.

O papel do repórter é a coletar fatos e informações para sua veiculação, seja em rádio, TV ou impresso. Esse trabalho deve vir acompanhado de é tica, clareza e objetividade, fundamentais no jornalismo. Além disso, o repórter, principalmente o televisivo, deve saber lidar como desgaste e a ausência de rotina na hora de fazer as matérias.

É o que nos conta Giuliano Tamura. Ele tem 37 anos e é formado pela Universidade Estadual de Londrina desde 1997. Giuliano conta que sempre quis fazer jornalismo impresso, mas mudou de ideia quando, no último ano do curso, uma professora de telejornalismo levou uma fita de gravação para a sala de aula. “Eu fiz um teste que foi enviado para a afiliada da Rede Globo de Londrina, a Tv Coroado. Não me deram resposta e só depois de duas semanas me ligaram perguntando se eu gostaria de cobrir férias de outro jornalista.

A partir daí, comecei a trabalhar como repórter da emissora afiliada da Globo.” Logo nas primeiras coberturas, Giuliano percebeu que havia se adaptado ao veículo, apesar de não haver rotina no jornalismo televisivo. “Em TV geralmente, a cobertura é geral. Nós cobrimos tudo, futebol, política, agronegócio”. Sua rotina como apresentador começa por volta das 10 horas da manhã, quando chega à redação e já está informado das principais notícias da região. Depois de editar e escolher as reportagens que irão ao ar, Tamura se dedica à gravação das passagens para o programa que é transmitido ao meio dia. No período da tarde Giuliano Tamura inicia seu trabalho como repórter, recebendo pautas e apurando matérias.
“O bacana da TV é que você fala desde o cara com pouca instrução até o pós-doutorado, você precisa tomar cuidado para não humilhar o mais humilde e nem subestimar o espectador mais preparado”.
Com relação à pauta, Tamura diz que o repórter de uma grande rede de comunicação tem liberdade de interferir e até opinar na pauta, mas quando pauteiros e equipe de reportagem discordam sobre o tema, não há tempo para produzir pautas novas e confiáveis para a TV.

Entretanto, também é possível que o repórter conduza a matéria de forma diferente do que a planejada pelos produtores já que essa “mudança de rota” depende da sensibilidade do repórter no momento da apuração dos fatos. A adaptação da notícia factual para o modelo televisivo pode ocorrer de duas formas. Em uma delas, o repórter simplesmente recebe a notícia e deve ir ao local do acontecimento colher informações e imagens que serão usadas em passagens e VT’s. “Na televisão, a imagem é muito importante e cada detalhe é crucial para a construção do texto e da notícia”.

Uma outra forma consiste na produção da matéria através do encaminhamento dado pelos pauteiros. Para o apresentador, o repórter televisivo deve mostrar a realidade para as pessoas, contar o que está acontecendo. “Somos os historiadores do dia a dia e ao mesmo tempo, somos fontes de referência para a população.” Por ter papel de destaque no cotidiano das pessoas, o jornalista tem o poder de suscitar discussões na sociedade e de intermediar a relação entre a população e as autoridades locais.

Quando perguntado se é possível manter a objetividade no jornalismo televisivo, Giuliano Tamura responde que esse ponto é “discutível”. Afirma que na primeira edição do Tem Notícia, por exemplo, há mais comentários por conta do próprio formato de apresentação do jornal, mas a edição do horário nobre é mais extensa e menos opinativa.

Giuliano acredita ainda que o formato do jornal interfere na receptividade da notícia pelo público, já que a apresentação feita em dupla por dois âncoras pode aguçar o senso crítico do telespectador. Mesmo após 16 anos dedicados ao jornalismo televisivo, Giuliano Tamura ainda se emociona ao falar dos profissionais que influenciaram sua carreira e afirma, categoricamente que “a televisão ainda é o meio de comunicação mais fascinante.” A justificativa é simples: a TV não é discriminatória, ela consegue falar com moradores de favela e de bairros nobres usando exatamente a mesma linguagem.


FONTES: TV Tem Bauru: http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/ 

Mais informações sobre Giuliano Tamura: http://www.casamidiatica.com.br/facilitador/index.php?id=58

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Telejornais da hora

Com diferentes públicos, telejornais se adaptam conforme horário de exibição.


A televisão é um dos principais meios de transmissão de informação no Brasil e no mundo. Por meio dos telejornais, o telespectador acompanha as novidades desde o amanhecer até o horário de dormir. Porém, a cada horário, os telejornais utilizam um formato diferente.

Roberta Chevitareze, repórter da TV TEM, aponta como isso ocorre. Ela explica que cada telejornal possui características distintas, não somente pelo horário, mas também na abordagem, conteúdo, tamanho e público. Pela manhã, os espectadores não estão absolutamente concentrados na transmissão. “Então a reportagem tem que apelar para o sonoro, algo que chame também a atenção auditiva do espectador”, explica Roberta. Devido a isso, as matérias são menores, em formato de boletim. Ela informa também que a tendência é abordar mais as pautas policiais e de prestação de serviços.

Apesar de estar no horário do almoço, os telejornais do meio dia possuem um público mais atento ao que é transmitido. Com o risco da repetição do que foi dito pela manhã, Roberta explica que as reportagens são suitadas, ou seja, explora-se o desenrolar do assunto. “Vamos supor que durante a manhã ocorreu um baita acidente e demos uma nota sobre isso. Na hora do almoço, já pude ter conversado com mais fontes e obtido maiores e novas informações”, exemplifica.Por ser o telejornal de maior duração, também são abordadas matérias de culinária, variedades e temas que abranjam maiores públicos.

Chamado de nobre, o telejornal noturno possui um público diferente. Com maior audiência, possui metade do tempo do jornal do meio dia. Isso influencia no conteúdo do programa. São inseridas em suas reportagens temas como economia e política. “O público noturno é aquele que está afim de assistir ao jornal”, e acrescenta, “é a hora em que está mais bem preparado para receber notícias mais completas”, justifica.

Apesar das diferenças, todos os telejornais possuem uma característica forte em comum: o vocabulário. Roberta explica que nos dias atuais, existe a cobrança de que os telejornais sejam trabalhados em um vocabulário mais simples, sem se tornar coloquial, com a intenção de tornar todos os telejornais acessíveis à qualquer classe da audiência.

Amada-net.

As redes sociais ainda causam muita polêmica. Talvez seguindo os moldes da má fama do vídeo-game nos anos 90, quando este era culpado por problemas de vista, comportamentais, e más notas no colégio. A internet hoje, e seus sites de relacionamento, costumam carregar nas costas diversas polêmicas e alguns mitos. Mas, até onde vai o poder de informação e influência do Facebook e Twitter sobre as pessoas?




Leia mais: A importância das redes sociais no jornalismo


Alguns internautas ainda se perdem ou confundem-se no meio entre jornalismo virtual e as informações que se podem obter via redes sociais. O jornalismo na Web existe, e é tão sério e responsável quanto o jornal impresso ou qualquer outro mais convencional.
Hoje é muito comum obtermos informações no twitter ou facebook, porém, quando fornecidas por portais jornalísticos, servem como atrativo aos leitores, e não como informação completa.

Mas e quando o usuário utiliza desse espaço para publicidade? Ou quando um grupo realiza manifestações/atos políticos através de recursos oferecidos no facebook? E as polêmicas brigas entre torcidas organizadas “agendadas” na rede?
Segundo o guitarrista, bacharel em Direito e apaixonado por futebol, Rodolfo Braga, 25, a internet e as redes sociais são o principal meio de marketing “(...) são basicamente a única forma de nós, artistas independentes, podermos divulgar nosso trabalho para a massa (...) nas redes sociais nos deparamos com um serviço muito bom, se bem usado, de grande alcance e totalmente grátis”.
Quando questionado sobre as provocações que ocorrem principalmente em dias de jogos ele diz: “desde que saudáveis, as provocações e brincadeiras são sempre bem vindas” e ainda ressalta “qual a graça do meu time vencer e eu não poder tirar sarro do meu amigo? O problema é que geralmente as pessoas não se atendem, sempre perdem o limite e acabam ofendendo as pessoas. Futebol é paixão, é sentimento, mas tem de existir limites e respeito sempre”.


Os espertos já entenderam o potencial dessa tal internet, e 2012 irá nos provar isso.
Estamos em ano eleitoral, e é possível notar pré-candidatos que já utilizam as redes sociais para autopromoção, ou para se aproximar de seus eleitores. A internet já ajudou a espalhar idéias e unir pessoas contra algum político, como o efeito Marina em 2010, e o caso Hélio em Campinas – 2011. E pode também agora ajudar alguém a se eleger. O importante é sempre utilizar essas ferramentas com inteligência e senso crítico. De nada adianta culpar a rede social, já que ela é comandada por pessoas, e são delas que surgem a boa ou má intenção.

Você pode se interessar também por:

O papel da internet na conquista dos votos de Marina Silva

Câmara de Campinas afasta prefeito temporariamente

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