sexta-feira, 30 de março de 2012

Mídia online ganha novos leitores a cada dia

A cada dia os portais de notícias on-line ganham novos leitores em busca de notícias em tempo real.

Por: Bianca Arantes



A globalização e o dia-a-dia extremamente corrido dos leitores de jornais têm modificado o seu jeito de ler notícias, as pessoas têm cada vez mais necessidade de uma mídia que permita uma maior agilidade, mobilidade e factualidade. Esses fatores atraem mais leitores para o jornal online, que consegue ter notícias atualizadas o dia inteiro.

Além de trazer o factual, a mídia on-line permite uma maior liberdade ao leitor, que escolhe qual matéria mais lhe interessa e pode, ainda, consultar diversas fontes e arquivos para fazer sua própria análise e reflexão sobre os fatos.



Para o estudante de Jornalismo, Felipe Rufino, 18, o jornalismo online não veio substituir o impresso. “Eu prefiro o webjornalismo, pois ele me dá a notícia na hora em que ela está acontecendo. Entretanto, acredito que existem leitores que sempre preferirão o jornal impresso, por uma questão de adaptação e gosto pessoal.”, declarou o estudante.

Para Márcia Duran, jornalista com mais de vinte anos de profissão e editora de capa e do webjornal no Jornal da Cidade de Bauru (JC), o jornalismo online acabará ficando responsável por dar a informação na hora para o leitor e o impresso por aprofundar as matérias. “Mas nada impede que se façam matérias mais longas e aprofundadas para a internet”.

Segundo Duran, a matéria para o jornalismo online ainda está sendo estruturada, sofrendo alterações frequentes na linguagem utilizada e na estrutura do texto. O mais importante, entretanto, é passar a credibilidade do jornal impresso para o digital, respeitando sempre as fontes, os leitores e a própria matéria.

Mesmo o modo de trabalhar do repórter sofreu algumas alterações com a popularização desse método de noticiar. Atualmente, os repórteres do JCnet, ficam mais tempo na redação do que nas ruas, mas sempre procurando a notícia. Um dos jornalistas dessa empresa, Murilo Ferrarri, declarou fazer uma média de 30 ligações diárias.

O jornalismo online possui um importante papel na adaptação que os meios de comunicação estão passando para adequar-se ao mundo globalizado e suprir a necessidade de informações rápidas e de qualidade que este exige.

Leitura indicada: Webjornalismo de Magaly Prado

A Ditadura da Imagem

"Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Por meio do fotojornalismo, saiba mais sobre o impacto e a importância da fotografia na sociedade contemporânea

Por: Camila Pasin

Fotojornalismo é, basicamente, uma atividade orientada para a produção de fotografias destinadas à imprensa, transmitindo as informações juntamente com a produção textual. Mas essa modalidade tem uma amplitude ainda maior. A fotografia é capaz de narrar diversas histórias e acontecimentos a partir de um “clique” somente. E esse “clique” propaga ideias e emoções que influenciam na formação de um ponto de vista sobre determinado assunto de interesse jornalístico.



Pode-se dizer que o fotojornalismo moderno teve sua ascenção após a Primeira Guerra Mundial, com o intuito de ilustrar a realidade por meio de fotografias. A partir daí, as imagens fotográficas passaram a ser utilizadas cada vez mais para documentar cenas de guerras e crises. Observa-se claramente isso no período da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, quando a Propaganda Nazista fez grande utilização de imagens para incitar a população alemã contra os inimigos, além de incentivar a aceitação de medidas contra os judeus.

Veja mais alguns exemplos do uso da fotografia na propaganda nazista, clicando AQUI.

No Brasil, o uso da imagem também teve grande relevância durante a Ditadura Militar (1964 - 1984) tanto em cartazes de estudantes protestando contra o governo, quanto nas propagandas a favor dos militares. Referente ao último, ganha destaque a propaganda política realizada pelo governante Médici. Na revista VEJA, em 1970, foi publicada uma foto do militar vibrando pela conquista do Tri-Campeonato Mundial de Futebol, pela seleção brasileira. A imagem, que mostra Médici com a bandeira no país nas mãos, foi amplamente divulgada devido a sua repercussão, trazendo maior popularidade à figura do ditador.





Saiba mais:
- Propaganda na Ditadura Militar
- Propaganda Nazista
- Vídeo sobre Fotojornalismo (por Cristiano Mascaro e Eduardo Nicolau)
- Vídeo sobre Fotojornalismo (por João Bittar)

Mas não foi só no século XX que a fotografia teve consequências dessa amplitude na vida das pessoas. Ainda hoje, ela é fundamental em várias atividades, especialmente ao jornalismo e à publicidade.

Leia também:
- A fotógrafa Amanda Lourenço fala sobre o poder do fotojornalismo e sua utilização na imprensa 
- Fotografia e a sociedade – Professor Ari Fernando Limahttp://unespjornal2012.blogspot.com.br/2012/03/fotografia-e-sociedade-prof-ari-lima.html
- Retrato de afegã mutilada vence World Press Photo


Fontes de pesquisa:
http://www.bocc.ubi.pt/pag/sousa-jorge-pedro-fotojornalismo.pdf
fotojornalismos.blogspot.com.br
http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/gallery_ph.php?ModuleId=10005202

Telejornalismo: da rigidez da bancada à interatividade via satélite

Por Mariana de Sousa Caires

Os jornais apareceram na programação da TV brasileira em 1950, pela TV Tupi. “Imagens do Dia”, esse foi o primeiro telejornal a informar o povo, já tão acostumado a ouvir as novidades pelo rádio. Poder ver o âncora relatando os fatos já era um grande acontecimento. Quando aqueles primeiros telespectadores imaginariam que em 5 ou 6 décadas os jornais seriam interativos, com imagem digital e percorreriam o mundo atrás da notícia?

A evolução do telejornalismo foi sempre acompanhando o desenvolvimento das tecnologias. Hoje as transmissões são feitas via satélite e redes digitais, o que melhorou muito a praticidade na divulgação da matéria e na sua edição. “O videotape foi um grande passo para a melhoria da qualidade do que é transmitido. O processo de edição está mais completo, o material recebe intervenções e pode ser depurado.” é o que diz Pedro Celso Campos, profissional da área que hoje ensina as técnicas do jornalismo aos seus alunos na Unesp.

Assistir a um telejornal da TV Manchete no youtube nos dá uma perfeita noção de como os Jornais televisivos evoluíram. A notícia, que antes era contada por um âncora de maneira formal, hoje é debatida entre os apresentadores na bancada, com a ajuda do repórter in loco e principalmente dos protagonistas do fato. “Com o tempo nós adotamos o modelo americano de fazer notícia. Então o jornalismo virou um entretenimento” diz o professor Pedro Campos.

Com interatividade, tecnologia e profissionais qualificados ele (o jornalismo) está ganhando cada vez maior qualidade.. Ele está melhorando muito, mas falta um telejornalismo mais investigativo nas emissoras regionais para dar ao publico a maior assistência e conhecimento possível.

Como a TV era (TV Manchete 1989)

Mas nesse tempo, não foi só o telejornalismo que evoluiu. A internet chegou como um fascinante meio de levar a notícia ao mundo, mas será que isso não afeta as bases do jornalismo? É o que perguntamos à apresentadora do telejornal Enfoque Nacional da TV Prevê, de Bauru. “A internet é uma ferramenta extraordinária de mídia, mas não nos dá tudo e nem tudo o que ela nos apresenta é de confiança (...)a notícia dada na televisão normalmente é mais trabalhada e dá mais segurança ao espectador”, disse Nádia de Oliveira.

O telejornalismo de hoje (Jornal Nacional)

Assim como o rádio e o jornal impresso permaneceram como importantes fontes de informação mesmo com o advento da internet, a televisão continuará levando notícia ao público, pois é atração garantida. Os telejornais precisam usar a evolução tecnológica a seu favor dinamizando a produção, mas o principal foco do jornalismo, a prestação de serviços à sociedade, nunca deve ser esquecido. Para Nádia, “A nossa principal fonte de notícia é o público, então o retorno deve ser de assistência, de ajuda à população.” O telejornalismo é isso, estar sempre tentando o novo, mas sem perder as origens e as funções do “ser jornalista”.

Confira a íntegra das entrevistas:

Entrevista com o professor e mestre Pedro Celso Campos

Entrevista com a apresentadora Nádia Naura de Oliveira

FONTES:
A TV Prevê
http://www.tvpreve.com.br/base.asp
Curriculum do Cnpq de Pedro Celso Campos
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4706097H7&idiomaExibicao=2
Projeto de Pedro Campos na Unesp
http://www.faac.unesp.br/pesquisa/idosomidia_antigo/docspcc.html

A palavra de ordem é “reinventar”

A ascensão das mídias digitais no mundo das notícias faz com que o papel do jornal impresso seja posto em xeque: irá ele se extinguir? O editor-chefe do jornal Bom Dia, de Bauru, Thiago Roque, expõe sua opinião sobre o assunto.


Por Flávia Caruso

A rapidez com que hoje a notícia é divulgada, aliada à praticidade oferecida pela internet, que une texto, imagem, vídeo e áudio em um único meio, faz com que milhares de leitores de jornais optem pelas versões online das notícias, abandonando o impresso, que já possui mais de um milênio de existência.



O fim da versão impressa do Jornal do Brasil alarmou estudiosos, jornalistas e leitores. Um dos pioneiros do ramo no país se manteve ativo por 119 anos para, em 2010, tornar-se exclusivamente digital. No mesmo caminho, o britânico The Guardian aposta na versão online como carro-chefe.
Confira análise sobre a mudança ocorrida no Jornal do Brasil.

Enquanto as mídias digitais oferecem as mais diversas formas de interação por parte do leitor, a eficiência do papel se comprova por pesquisas, como a da Universidade de Oregon, EUA, que mostra que as informações lidas nesse meio se fixam melhor à mente do que as obtidas na tela. Uma possível renovação, substituição ou extinção da mídia impressa suscita incertezas e apostas.

O editor do jornal Bom Dia, de Bauru, Thiago Roque, foi questionado sobre o assunto. A princípio, negou crer na possível extinção do jornalismo impresso por culpa do virtual. Comparou o surgimento da televisão no reinado do rádio – que, em sua opinião, continua sendo um, senão o mais, importante meio jornalístico, dada sua capacidade de lidar com o imprevisto – e concluiu que este se reinventou, o que deverá acontecer também com o jornal impresso: a função dele mudará, exercerá o papel de um meio mais analítico, abrangente, enquanto às novas mídias caberá a função da informação instantânea.

Na opinião do profissional, só há vantagens com as mídias digitais: inspiram o jornalista a trabalhar de forma diferente, já pensando em como adaptar a matéria para o meio online. Há possibilidade de interação com o leitor-internauta, além do uso de material exclusivo para o meio – como o celular que tira fotos,a máquina digital.

Para não perder seus leitores do impresso, e também como forma de se reinventar, Thiago comenta que o Bom Dia – que já preza por matérias rápidas de se ler, compactas – procura realizar um papel analítico em sua produção, o chamado “pós-noticioso”, trabalhar com as consequências da notícia – já lidando com o que ele acredita que será a verdadeira função do impresso.
Sobre sua experiência pessoal, Thiago comentou que a maior parte de sua informação, o primeiro contato com a notícia, vem da internet. Não abandona o foco do impresso, pois é o meio de trabalho dele. Relevou a praticidade dos tablets, em que certos conteúdos, como a revista Trip, leitura costumeira do editor, são gratuitos, além da comodidade na hora da leitura e da possibilidade de grande armazenamento em um pequeno objeto.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Documentários interativos: entrevista com Nina Simões

Texto publicado em: Jornalismo Digital

Publicado em 16 de março de 2011
Por Andre Deak

Nina Simões faz documentários interativos. Webdocumentários. Docufragmentários. O nome não importa, mas ela é uma das poucas pessoas que está pesquisando e produzindo sobre o tema. No dia 23 de março (quarta-feira), ela apresenta via Skype a oficina “Documentários Interativos na Era da Convergência”, no Paço das Artes, na USP (mais informações e inscrições aqui). O evento é parte do ciclo de conferências, desconferências e oficinas que a Cidade do Conhecimento organiza em parceria com o Consório PRO-IDEAL (União Européia) e o Núcleo de Política e Gestão de Tecnologia e Inovação (PGT) entre os dias 22 e 26 de março, na USP.

Ela também estará em Bristol, no i-Docs, dia 25 de março. O i-Docs é um laboratório/simpósio para o avanço do desenvolvimento dos projetos de documentários interativos. Lá ela irá apresentar o paper Transmedia Storytelling: Immersive and Participatory Stories. Fizemos uma conversa via Skype, e Nina respondeu também algumas questões por email sobre o tema da oficina.

Pra começar, seria bacana você contar um pouco da tua história, desses anos todos fora do Brasil e um pouco dos projetos futuros.
Enquanto estudei comunicação social, em São Paulo, trabalhava como publicitária e também fazia parte de um grupo onde discutíamos a necessidade da democratização dos meios de comunicação no Brasil. A grande maioria de nossas reuniões aconteciam na Barra Funda. Estou falando do final dos anos 80 e de toda aquela onda vermelha que levou muitas pessoas a debaterem propostas transformadoras. Aprendi muito durante aquela época, mas na verdade foi através de meu amigo João Kruger, e muitas cervejas, que descobri a campanha política do Geraldo Siqueira, do PT. O pessoal do comitê estava à procura de alguém que coordenasse a campanha – e então saí de uma empresa que vendia anúncios para trabalhar na venda de um candidato. Rapidamente deu pra sentir a diferença. A campanhado Gê sempre foi regada a muitas discussões políticas, atividades culturais e muita festa. Naquele ano de 1989, o Lula e o Gê perderam a eleição. Todo mundo ficou muito triste, e eu aproveitei o cansaço pós-campanha e resolvi viajar por um tempo.

Cheguei em Londres em 1990 e no início as coisas não foram fáceis. Eu mal falava inglês e não tinha um passaporte europeu, portanto a minha condição era de estrangeira, sem direito a trabalho legal. As coisas começaram a mudar depois de algum tempo, quando comecei a frequentar reuniões e debates organizados pela Brazil Network, uma instituição social dedicada ao debate das questões sociais e políticas do Brasil. Obter o meu passaporte português (minha mãe é portuguesa) também foi decisivo na minha permanência em Londres, pois em vez de procurar trabalhos como babysitter ou cleaner eu passei a estudar produção de vídeos no Goldsmith College e cheguei até a Undercurrents Video Magazine, uma news agency dedicada a produzir vídeos sobre questões sociais, culturais e políticas.

Depois da Undercurrents, trabalhei também em produções para o Channel 4 e BBC, onde tive a oportunidade de passar vários meses viajando pela Amazônia e pesquisando o envolvimento da Inglaterra na compra ilegal de mogno na Amazônia. Em paralelo a estas produções, trabalhei também para a Brazil Network, como editora e coordenadora de eventos. Entre as várias pessoas que participaram de nossas conferências e reuniões, duas foram especialmente marcantes: Hilda de Souza Martinz, do MST e o jornalista Lúcio Flavio Pinto.

Viajei com Hilda pela Inglaterra e Escócia para apresentar um video que editei sobre o massace de Eldorado dos Carajás e durante nossa viagem ouvi muitas histórias sobre o movimento. Depois disso rolou o doutorado e um novo quadro se abriu… Falo sobre isso depois. No momento, estou prestes a lançar um projeto transmídia que também envolverá o Brasil. Aliás, transmídia é o tema que estarei debatendo durante o symposium i-docs, que acontecerá aqui na cidade de Bristol no dia 25 de Março.

Conta um pouco do processo de contrução do Rehearsing Reality? De onde veio a ideia? Como foi realizado?
Na Inglaterra é possivel você realizar um doutorado prático, ou seja, parte da tese a ser apresentada pode ser em formato audiovisual e o www.rehearsingreality.org foi parte desta experiência. A idéia aconteceu durante uma noite quando fui assistir uma palestra de Augusto Boal no Soho Theatre aqui em Londres. Naquela noite, Boal falou sobre as experiências do Teatro do Oprimido pelo mundo e também revelou sua mais nova parceria: O Movimento Sem Terra. A idéia deste projeto era tornar a linguagem do Teatro Forum acessível a vários integrantes do movimento para que eles pudessem utilizá-la como ferramenta pedagógica nas salas de aula e em comunidades do MST.

Eu fiquei particularmente interessada, porque, até então, em todas as minhas visitas a acampamentos e assentamentos do MST, ainda não tinha observado nenhuma atividade cultural além da Mística. Depois da palestra, me apresentei ao Boal e disse que gostaria muito de filmar a experiência teatral com o MST. Isto foi no início de 2001 e até que esta idéia se tornasse uma tese de doutorado, incluindo um documentário interativo, levou algum tempo. Em 2002 ganhei uma bolsa de estudos da Universidade de Artes de Londres e durante 2 anos viajei por várias partes do Brasil filmando várias experiências teatrais. Durante aquelas viagens, tive a oportunidade de conhecer e entrevistar muita gente interessante, incluindo o Professor Noam Chomsky, que em 2003 estava presente no Forum Social Mundial em Porto Alegre.

Quando retornei a Londres tinha muitas horas de filmagem, mas ainda não tinha ideia de como realizar um documentário interativo. Naquela época ainda não existiam as ferramentas e plataformas que existem hoje. Foi aí que descobri o Korsakow System, um software livre que qualquer pessoa pode baixar e trabalhar. Viajei para Amsterdam para uma oficina sobre documentários interativos e durante uma semana com outros 20 cineastas fizemos vários testes com Korsakow. Durante aquela semana, o cineasta Mano Camon ficou interessado em meu trabalho e depois disso o convidei para trabalharmos juntos na edição de Rehearsing Reality.

A edição não foi fácil, pois de alguma forma eu queria realizar um trabalho visual que representasse a linguagem interativa do Teatro Fórum, e o Korsakow e toda a tecnologia da época ainda eram bem fechadas. Trabalhamos muito e especialmente no desenho da barra de navegação. Fiquei feliz com o resultado, concluí o doutorado e desde então estou sendo convidada a apresentar Rehearsing Reality em vários festivais nacionais e internacionais, e em universidades aqui na Inglaterra. A próxima apresentação acontece no dia 29 de Março na Universidade de Bristol.

Existem níveis diferentes de interação, desde o processo de participação na construção do roteiro, até na distribuição, no financiamento. Como você entende essas participações? Como seria um documentário completamente interativo?
Sim, existem níveis diferentes de interação e esta palavra sempre gera muita confusão na mente das pessoas. Interação e participação são coisas diferentes. Tudo depende de como você quer realizar o teu projeto e do quanto você está aberta para que outras pessoas participem dele. Hoje temos várias ferramentas, plataformas e o remix à nossa disposição, portanto o que precisamos são boas histórias. Com uma boa história, pode-se também ativar uma audiência interessada no tema do teu documentário e estas mesmas pessoas podem eventualmente colaborar de diversas formas em teu projeto.

O que é um documentário interativo?
A palavra interatividade está relacionada a novas tecnologias e ferramentas que são desenhadas para gerar participação dos usuários. Portanto, em poucas palavras eu definiria o documentário interativo como um convite ao usuário a participar ativamente de um processo de co-criação.

Quais são os maiores exemplos que você conhece hoje de experiências de docs interativos online?
Eu gosto muito de Out of my Window, Prison Valley e Pine Point e estou curiosa para ver o resultado de 18DaysInEgypt. Vale a pena lembrar que Out of My Window de Katerina Cizek é um documentário interativo que integra o projeto Highrise, um projeto de 4 anos que só está começando, portanto temos aí uma grande chance de participar de uma escola aberta.

Por que fazer um documentário interativo?
Olha, eu acho que com tantas ferramentas e plataformas de distribuição acessíveis, a pergunta deveria ser: “por que não fazer um documentário interativo?”.

Grupos de trabalho


Editora - Bibiana

Componentes:

Bibiana
Lívia - Pauteira
Amanda - Pauteira
Maria Esther
Tânia - Repórter
Agnes - Pauteira
Flávia - Repórter

Período: Diurno
Veículo: 96 FM
Editoria no Blog - Impresso

Grupos de trabalho


Editora: Lígia

Componentes:

Camila - Repórter
Marina - Pauteira
Lígia
Caroline - Pauteira
Marília
Victor
Murilo - Pauteiro
Heloise - Repórter

Período: Diurno
Veículo: Editora Alto Astral
Editoria no Blog - Fotojornalismo

Grupos de trabalho


Editora: Keytyane

Componentes:

Moema Morais - Pauteira
Gabriela Sanches - Repórter
Mariana de souza
Marina Moia - Pauteira
Laura Fontana
Keytyane Verônica
Giovana Diniz - Pauteira
Nathalia dos Santos - Repórter

Período: Diurno
Veículo: Rádio Auriverde
Editoria no Blog - Telejornalismo

Grupos de trabalho


Editora: Adriana

Componentes:

Adriana
Isabela - Pauteira
Michael - Pauteiro
Vinícius
Rodrigo - Rodrigo
Felipe - Felipe
Vitor - Pauteiro

Período: Diurno
Veículo: Jornal Bom Dia (Bauru)
Editoria no Blog - Rádio

Grupos de trabalho



Editora: Tatiane

Componentes:

Amanda - Pauteira
Bianca - Repórter
Ana Carolina - Pauteira
Giovanna
Ihama - Pauteira
Tatiane
Wllian - Repórter
Luana

Período: Diurno
Veículo: TV Unesp
Editoria no Blog - Internet

quinta-feira, 15 de março de 2012

Grupos de trabalho


Editor - Giovanna

Componentes:

Jaqueline Galdino - Pauta
Letícia Ferreira
Camila Valente
Natália Pinhabel
Isabella -
Marina Galiano - Repórter
Carolina - Pauta
Giovanna
Jorge - Repórter
Isabela Giordan - Produtor

Período: Noturno
Veículo: Revista Alto Astral
Editoria no Blog - Fotojornalismo

Grupos de trabalho


Editor - Paulo Beraldo

Componentes:

Tales - Pauta
Lucas
Paulo Beraldo
Andrey - Pauta
Rafael
Isabela Ribeiro - Repórter
Júlia - Produtor
Heloisa
João Pedro
Willy - Repórter

Período: Noturno
Veículo: TV Record
Editoria no Blog - Rádio

Grupos de trabalho



Editor - César Castro

Componentes:

César Castro
Higor - Produtor
João Victor
Renan Hass
Tiago Pavini - Repórter
Pedro
José Guilherme
Gabriel Pereira
João Otávio - Pauta
Thomas Joaquim - Pauta


Período: Noturno
Veículo: TV Tem
Editoria no Blog - Telejornalismo

Grupos de trabalho



Editor - Júlia

Componentes:

Aline Antunes - Pauta
Henrique de Oliveira
Marina Machuca - Repórter
Júlia
Juan Daniel - Repórter
Renan Bellon - Produtor
Isabelle Picolo - Pauta
Danielle Demarchi
Francielle
Lais Bianchini

Período: Noturno
Veículo: Rádio Unesp
Editoria no Blog - Internet

Grupos de trabalho


Editor: Beatriz

Componentes:
Beatriz Vital
Fabiane Carrijo - Repórter
Bruno
Henrique César - Pauta
Maurício
Vitor Augusto - Pauta
Guilherme - Produtor
Diego - Repórter
Pedro Cardoso
Camila Pacheco

Período: Noturno
Veículo: Jornal da Cidade
Editoria no Blog: Jornalismo Impresso

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