sexta-feira, 25 de maio de 2012

Mídia, liberdade, cidadania e desenvolvimento



 Na última terça-feira (22/05), teve início a XIV Jornada Multidisciplinar, com o tema “Mídia e Cidadania”, contando com a presença de diversos  professores doutores de vários estados e até mesmo de fora do país.


Os três dias contaram com presenças importantes em suas conferências, abordando desde “Comunicação, cidadania e desenvolvimento: uma perspectiva crítica”, até a questão de “Oligopólio dos meios”. Assuntos que se cruzavam entre as palestras e tornaram a Jornada mais interessante e convidativa.

Professores e escritores de comunicação compuseram a mesa de palestras desses dias, dentre eles o Prof. Dr. Venício Artur de Lima, professor aposentado da UNB e autor de 12 obras sobre Comunicação, o Prof. Dr. Francisco de Sierra Caballero, da Universidade de Sevilla, Espanha,além dos coordenadores da Jornada, os professores doutores da UNESP-FAAC, Carlos José Napolitano, Maximiliano Martin Vicente, Célio José Losnak e Murilo César Soares, que também compuseram as mesas e deram maior valor e credibilidade às apresentações.

Os assuntos mais tratados foram relacionados às novas mídias: mídias alternativas, como a Internet e redes sociais que vêm substituindo gradativamente o jornalismo convencional; além de questões como liberdade de imprensa, controle midiático das grandes organizações e políticas públicas de mídia.

Os palestrantes foram dinâmicos e pontuais em relação aos tópicos que abordaram, facilitando a compreensão dos mais leigos e permitindo que na hora dos debates,o público participasse mais ativamente com questões interessantes e pertinentes às palestras.

O debate ao fim de cada palestra foi a parte mais enriquecedora e dinâmica durante todos os dias. Nesse momento, desaparecia a distância entre público e palestrante e eram perceptíveis as dúvidas e noções de como a apresentação ocorrera, as visões e opiniões dos docentes.

Além da interatividade público/palestrante, ao fim das apresentações havia um sorteio para o público de livros do professor da palestra, até mesmo com direito a dedicatórias nas contra capas.

“Quem não dança segura a criança”

Por:
Adriana Kimura

Léo Maia aprendeu a tocar violão aos sete anos de idade e passou a dedicar-se completamente à música ao largar a faculdade de Direito no último ano. O cantor acredita no poder transformador da música e não viu motivos para continuar o curso após a morte do pai.
O sábado da Virada Cultural bauruense reuniu todas as gerações ao som de Léo Maia no Sesc da cidade. Uma garota de cachinhos quase não chegava à altura do palco, mas não se permitia parar diante ritmo funk e soul. O senhor que estava ali perto tinha seus pés dançando inconscientemente às batidas, envolvido com o espírito jovem e retrospectivo da noite. 

Não só cantando, mas interpretando os sucessos que marcaram a carreira do pai, Léo Maia atendeu às saudades dos fãs de Tim Maia, mas não deixou de trazer seu carisma e estilo pessoais e de apresentar composições próprias. O cantor surpreendeu os espectadores ao pegar o celular de um garoto que falava com a mãe e cantar ao telefone para a senhora. Quebrou-se ali a parede que separaria palco de plateia.

O púbico de mil e quinhentas pessoas acompanhou o suingue que não parou um segundo durante o show de mais de duas horas. O Filho de Tim Maia e primo de Ed Mota honrou as expectativas com seu vozeirão, cantando sucessos como “Primavera”, “Chocolate” e “Gostava Tanto de Você” e, ainda, narrando histórias de sua vida, como a da comemoração de seu nascimento na presença de Cassiano e Paulinho Guitarra.

Os olhos das senhoras sorriam do tom de malandragem de Léo. Cantava pelo canto dos lábios seu sotaque carioca, olhava por debaixo dos óculos escuros e, de quando em vez, tocava as mãos erguidas a seus pés. O artista preencheu cada centímetro do palco com sua presença.
Ao final da apresentação, uma fila se formou à porta do camarim. Uma visita à simplicidade e à simpatia em pessoa. Léo Maia atendeu a todos que o foram procurar com um enorme sorriso no rosto e o ânimo inabalado. Mais uma vez, não havia fã e ídolo, espectador e artista, plateia e palco: Éramos todos bons amigos a festejar.

É preciso apreciar a cultura!


Virada cultural de Jundiaí conta com grandes artistas e fiel participação do público.

por Laura Fontana

Em 24 horas de evento, a Virada Cultural Paulista 2012 atraiu milhares de pessoas nos diferentes espaços da cidade que se tornaram palcos de muitas atrações. Jundiaí recebeu o evento pelo quinto ano consecutivo e contou com grandes apresentações, como a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e o show eletrizante do grupo Titãs. Além dos grandes nomes que se apresentaram no Parque da Uva, notou-se grande variedade artística. Tal diversidade de formas de expressar a arte e a cultura garantiu um público heterogêneo e muito animado.Foram apresentações de filmes, parada Cosplay, música, dança, teatro e circo, além de oficinas de quadrinhos e até uma Zombie Walk pela cidade, tudo gratuito e realizado no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí, Centro das Artes e Sala Glória Rocha.

Começando a maratona cultural no Sábado, às 22h30 em ponto, no palco externo montado no Parque da Uva, o samba carioca da banda Casuarina, eleito melhor grupo de samba do Brasil em 2010 no Prêmio da Música Brasileira, agitou a cidade.
Já no domingo, às 18h, o grupo Titãs encerrou a programação da Virada em Jundiaí. Na programação local, a cidade recebeu o trio Sinamantes, o DJ Incidental e até mesmo uma tropa de zumbis ( pessoas que se vestiram de monstros inspirados nos filmes trash de terror).

Apesar dos grandes nomes da cultura local que pisaram em território jundiaiense, a maior expectativa ficou por conta dos ilustríssimos membros da banda Titãs. No show “Futuras Instalações”, a banda, que tem mais de 30 anos de estrada, apresentou  hits e clássicos de toda a carreira além de músicas em caráter experimental. O público de idades variadas marcou presença no Parque da Uva e se divertiu bastante, aquecendo a noitada urbana. É o que afirma o estudante de 18 anos, Kauê Midena: " Apesar de não conhecer todo o repertório musical dos Titãs, gosto muito da dinâmica do grupo. Eles não tem um líder determinado, o que traz grandes contribuições de todos os integrantes. Gostei muito das músicas selecionadas pela banda e acho que o público se animou". Kauê ainda ressaltou a maciça presença de pessoas mais velhas: " achei interessante a presença de um pessoal mais velho. Era como se estivessem relembrando a juventude ali, em meio à canções como Epitáfio e É preciso saber viver. Com segurança reforçada, o show foi um sucesso. Agora é aguardar a próxima edição e esperar a confirmação de grandes artistas."

NERDS X GEEKS: As diferenças entre essas duas tribos


Nerd e geek: duas tribos diferentes que são confundidas por muitos, mas possuem diferenças fundamentais que podem ser vistas em seus hábitos diários.

Por:
Vitor Resende

Ser nerd e ser geek. Dois adjetivos que, para muitos, significam a mesma coisa: uma pessoa viciada em jogos, animes e que, geralmente, é reclusa da sociedade. Todavia há uma distinção entre as duas coisas: o nerd “quadrado” de antes, no estilo norte-americano não existe mais.
          Nerd seria aquele que possui um interesse extremo e obsessivo com livros e estudos, é introvertido, tem dificuldade para se relacionar socialmente e possui diversas habilidades as quais foram mais desenvolvidas pelo gosto por games, filmes, ciência e computadores de um modo geral.
          Já os geeks seriam aqueles que possuem interesses e estilos de vida mais centrados do que os nerds, tornando-se, inclusive, especialistas naquilo que gostam. Seus gostos pessoais incluem, entre outras coisas, videogames, filmes, mangás, animes, chegando a comprar tudo o que for relacionado ao seu universo.
          Segundo o estudante de Engenharia Elétrica Otávio Bertozzi Jr., “os geeks tem um fascínio muito grande por internet e por jogos, mas são mais abertos para a sociedade de um modo geral em relação aos nerds, que são, geralmente, mais reclusos”. Ainda segundo o estudante, “os geeks muitas vezes têm fascínio por algumas coisas com mais intensidade do que as outras pessoas”.
          Na maioria de eventos para geeks, os interessados são do sexo masculino. Todavia Otávio diz: “Em alguns eventos, como os encontros de otakus [fãs de animes], existem muitas meninas, que se vestem de cosplays [fantasiam-se de personagens de seus animes preferidos]”.
          Um dos eventos da Unesp de Bauru que contempla grande número de geeks e de otakus é o Unesplay, que ocorre quinzenalmente às quintas-feiras na sala 53 da FAAC. O evento reúne mangás; bottons de animes, bandas etc; videogames novos e antigos e, até mesmo, futebol de botão que pode render muitos brindes aos participantes. Um dos responsáveis pelo encontro dos geeks unespianos, o estudante João Paulo, de Relações Públicas, diz: “Geek é aquele que gosta mais de coisas tecnológicas, tem vários gadgets em iPhone, iPad, diferentemente do nerd, mas isso não significa dizer que este estaria mais isolado da sociedade. Depende muito da pessoa.”

O INCRÍVEL SUCESSO DE “OS VINGADORES – THE AVENGERS”

Ultrapassando as bilheterias de filmes renomados como “Batman – O Cavaleiro das Trevas” e Harry Potter, Os Vingadores promete consagrar-se no ramo cinematográfico.


Por: Tatiane de Sousa



T
endo estreado no dia 11 de abril em Hollywood, Califórnia, o filme “Os Vingadores – The Avengers” arrecadou US$ 200 milhões no fim de semana de seu lançamento, batendo o recorde de Harry Potter. No Brasil, sua exibição teve início no dia 27 e sua bilheteria já vale R$ 84,5 milhões, além de apresentar as salas mais cheias de todos os filmes em cartaz, com uma média de 1.031 espectadores por sala. Ao redor do mundo, Os Vingadores arrecadou US$ 628,9 milhões, somando US$ 1,002 bilhões em apenas 19 dias de exibição, valor que ultrapassa o de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”.

Dos estúdios Marvel, inspirado no famoso HQ criado por Stan Lee e Jack Kirby e com direção de Joss Whedon, Avengers reúne super-heróis consagrados e continua as histórias de seus últimos filmes: O Incrível Hulk, Thor, Homem de Ferro 2 e Capitão América: O Primeiro Vingador. Aborda o aparecimento de um inimigo inesperado que ameaça a segurança mundial, fato que força Nick Fury (Samuel L. Jackson), diretor da agência internacional de pacificação S.H.I.E.L.D., a recrutar uma equipe que seja capaz de livrar a humanidade de um possível desastre.

Em 142 minutos de pura ação, humor e aventura, o elenco de Os Vingadores não deixa a desejar: Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Evans (Capitão América), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Mark Ruffalo (Hulk) e Chris Hemsworth (Thor) representam seus respectivos personagens de maneira brilhante, deixando transparecer o alto nível de produção do filme, sem ressaltar ou rebaixar herói algum.
Avengers é um prato cheio para os amantes de super-heróis, mas vale a pena ser assistido até por quem não se interessa muito pelo assunto. Reúne inteligência, excelentes efeitos especiais e um figurino impecável. O filme possui versão em 3D e uma cena surpresa após os créditos que revela pistas sobre a segunda parte dessa emocionante história.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Ato contra a Corrupção

Realizado no dia 5 de maio em Bauru, o ato visa conscientizar a população, em busca de uma educação política e maior participação cidadã neste quesito. Presente nas intervenções culturais e palestras, o grupo composto por Agnes, Esther, Bibiana, Amanda, Lívia, Mariana Amud, Tânia e Flávia fala sobre o assunto.

Santos na Libertadores

Confira comentários sobre o jogo.

Isabela
Adriana
Michael
Rodrigo
Vinicius
Vitor
Felipe

Dança latina em Bauru

O Sesc Bauru ministra aulas de danças latinas esse mês.

Grupo: Amanda Moura
Ana Oliveira
Bianca Arantes
Giovanna Hespanhol
Ihanna Barbosa
Jonas Junior
Tatiane de Sousa
William Orima

Comissão da Verdade

Matéria sobre a criação da Comissão da Verdade que irá investigar os crimes cometidos contra os direitos humanos durante a ditadura militar no Brasil

Grupo
Moema
Giovanna
Laura
Marina
Keytianny
Nathalia
Mariana Caires
Gabriela



quarta-feira, 2 de maio de 2012

O Novo Jornalismo da Era Digital

As plataformas digitais criam um novo tipo de jornalismo que tenta se adaptar a um público ansioso por conteúdo interativo e de qualidade.
Por Jonas Júnior

A entrada do jornalismo na plataforma móvel, aquela dos tablets e smartphones, é recente; tentando se adaptar a este novo modelo, os jornalistas contam com a ajuda dos aplicativos e sites mobile, que vêm crescendo a todo instante, mas ainda é preciso muito para que o jornalismo se consolide neste meio.

De acordo com o Professor Doutor Juarez Xavier, jornalista há mais de dez anos, há, antes de qualquer coisa, uma diferença entre os antigos meios noticiosos e a plataforma digital.

Muda-se, por exemplo, a metodologia de suporte, que pode influenciar na leitura. "Uma coisa é você ler o jornal, que tem uma mecânica preparada para que você o dobre e aperte, e outra é ler uma notícia em um tablet". Outra diferença apontada pelo jornalista é a multidimensionalidade da plataforma digital, que oferece diferentes meios de interação com o leitor, tais como gráficos, vídeos e imagens, algo impossível ao jornal impresso.

Em se tratando do texto noticioso, Juarez explica: "É necessário tomar certas medidas técnicas para que o texto no tablet tenha a mesma praticidade que o leitor de um jornal impresso experimentaria com o mesmo". Para o jornalista, deve haver uma conversão de textos na plataforma digital que dialogue entre os textos para mídias "analógicas" e para as atuais mídias digitais.

A praticidade é um das qualidades das plataformas digitais, como o tablet. É interessante observar a dinâmica desenvolvida pelas novas plataformas: apesar de contarem com toda a eficiência de uma notícia da internet, com suas imagens e links, e da praticidade que é oferecida ao leitor, que pode escolher o que ler e quando ler, os textos para as mídias digitais ainda contam com a diagramação e o conceito de paginação, típicos dos jornais impressos.

O jornalista que pretende focar-se nas novas mídias deve se aprofundar e conhecer cada vez mais as especificidades dessa área, além de aprender novas habilidades e adquirir novas competências para aperfeiçoar o seu trabalho, direcionando-o ao público “conectado”.

O jornalismo de terceira geração, como é considerado o jornalismo especializado nas mídias digitais, encontra alguns empecilhos práticos para que se consolide no país, é o que aponta o fotógrafo Guilherme Moraes, 17, usuário ávido das novas mídias: "Alguns fatores fazem com que no exterior as pessoas sejam bem mais conectadas, como o preço dos produtos [tablets e smartphones] e a qualidade da internet móvel, que é ruim no Brasil".

Guilherme, no entanto, é a favor do uso das plataformas móveis. Para ele, além da mobilidade ser um fator favorável, a praticidade também conta: "Com um tablet ou smartphone você consegue levar várias revistas e jornais sem ocupar espaço ou ter que fazer força, é bem melhor que levar pilhas e pilhas de revistas na mochila".

As plataformas digitais estão em constante evolução e é dever do jornalismo acompanhar essa demanda, adaptando-se tanto às novas mídias quanto ao gosto dos leitores.

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